Encontrei na fnac, na míngua prateleira destinada à poesia, um livro fabuloso de poesia dedicada ao Porto.Trouxe parte deste poema comigo:
In Carta de Agosto
(...)
' Há palavras gastas que não escrevo nem digo há tanto
[tempo
como: Amo-te muito, meu amor, que saudades, vem depressa
E outras palavras ainda mais gastas que digo
[todos os dias:
'Foda-se esta merda( somos do Norte e e não somos castos nem
cautos na língua)
(...)
Inês Lourenço
In Carta de Agosto
(...)
' Há palavras gastas que não escrevo nem digo há tanto
[tempo
como: Amo-te muito, meu amor, que saudades, vem depressa
E outras palavras ainda mais gastas que digo
[todos os dias:
'Foda-se esta merda( somos do Norte e e não somos castos nem
cautos na língua)
(...)
Inês Lourenço
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