Foto: Direitos Reservados
Edith Piaf...Que sabemos nós dela?Toda a gente entoa o "La vie en rose" e alguns o "hymne À l'amour", mas quase ninguém sabe como foi a vida atribulada, feita de perdas e internações hospitalares desta pequena mulher de voz e personalidade indissociáveis. Fiquei estarrecida e enternecida com a vida daquela mulher puissante de 1.50 de altura,uma voz que me faz estremecer o chão debaixo dos pés e soltar as lágrimas que escondo na manga da camisa.
Um filme como há muito não se fazia. Uma excelente forma de tentar perceber aqueles olhos azuis sempre muito abertos e os seus gestos de pardal assustado. Uma forma também de olharmos um bocadinho para os aspectos simples e tão ou mais importantes.
Recordo uma cena final em que a Edith, já bastante debilitada e depois perder o seu amor (o pugilista Marceaux), responde a uma jornalista o que para ela era mais importante na vida: "L'amour!".
Bonito mesmo. Depois de ver o filme passei a noite e o dia a seguir a ouvir o cd que há muito não se ouvia pela casa.
O título original do filme é "La Môme", a menina, nome artístico da Edith quando começou a carreira. La Vie en rose foi a tradução mais burlesca que conseguiram arranjar. Mas talvez não tenha sido mal escolhido....Apetece cantar e sorrir à vida quando saímos da sala de cinema.

Edith Piaf...Que sabemos nós dela?Toda a gente entoa o "La vie en rose" e alguns o "hymne À l'amour", mas quase ninguém sabe como foi a vida atribulada, feita de perdas e internações hospitalares desta pequena mulher de voz e personalidade indissociáveis. Fiquei estarrecida e enternecida com a vida daquela mulher puissante de 1.50 de altura,uma voz que me faz estremecer o chão debaixo dos pés e soltar as lágrimas que escondo na manga da camisa.
Um filme como há muito não se fazia. Uma excelente forma de tentar perceber aqueles olhos azuis sempre muito abertos e os seus gestos de pardal assustado. Uma forma também de olharmos um bocadinho para os aspectos simples e tão ou mais importantes.
Recordo uma cena final em que a Edith, já bastante debilitada e depois perder o seu amor (o pugilista Marceaux), responde a uma jornalista o que para ela era mais importante na vida: "L'amour!".
Bonito mesmo. Depois de ver o filme passei a noite e o dia a seguir a ouvir o cd que há muito não se ouvia pela casa.
O título original do filme é "La Môme", a menina, nome artístico da Edith quando começou a carreira. La Vie en rose foi a tradução mais burlesca que conseguiram arranjar. Mas talvez não tenha sido mal escolhido....Apetece cantar e sorrir à vida quando saímos da sala de cinema.
Comentários
Mas o que eu fiz quando sai do cinema foi enjugar a minhas lágrimas...
Como é que eu chorei com o filme!
Soy tan llorona, menina linda, lloro hasta con los anuncios de lejía. Me vale una mala teleserie de media tarde para echar lo que me desborda por dentro. Tengo tanta facilidad para hermanarme con los protagonistas que lloré hasta con Rambo. No tengo remedio.
Espero que al menos alguien me cante aquello de "te quiero más que a mi vida, llorona..."
Muitos beijinhos com saudades tripeiras.