Foto: Pedro Pinheiro
Há um ano escrevi uma crónica sobre a luz dourada da minha querida cidade do Porto, em defesa daqueles que exaltam apenas a luz branca e "cândida" de Lisboa...
Em Setembro, ironia do destino, a companhia aérea que me levou ao Brasil não me deixou sair no Porto, onde o avião fez escala....Pois é, vi-me sozinha com um malão, no aeroporto superlotado de ingleses antipáticos e polacos fanáticos que vinham para um jogo de futebol na capital.
Eis que encontro duas pessoas muito especiais, o Pedro e a Beatriz, que estavam pacientemente à minha espera. E que surpresa...
E que maravilha fazer-me percorrer por duas mãos já tão conhecidas, pelas ruas da Baixa, pelo Rossio, pelo elevador de Santa Justa, até me deixarem no "Adamastor", uma espécie de piolho com uma bela vista sobre o Tejo. As mesmas mãos que eu levei para conhecer o Porto. As mesmas mãos que me fazem não ter medo do passado, do presente nem do futuro.
E que luz tão branca de facto. uma folha de papel que se reflecte sobre os nossos rostos que estão a mudar...O que vamos escrever neles? mesmo na incerteza, algo sobressai neles: a grande cumplicidade dos nossos muitos ainda jovens anos.
Saudades Lisboa
Há um ano escrevi uma crónica sobre a luz dourada da minha querida cidade do Porto, em defesa daqueles que exaltam apenas a luz branca e "cândida" de Lisboa...
Em Setembro, ironia do destino, a companhia aérea que me levou ao Brasil não me deixou sair no Porto, onde o avião fez escala....Pois é, vi-me sozinha com um malão, no aeroporto superlotado de ingleses antipáticos e polacos fanáticos que vinham para um jogo de futebol na capital.
Eis que encontro duas pessoas muito especiais, o Pedro e a Beatriz, que estavam pacientemente à minha espera. E que surpresa...
E que maravilha fazer-me percorrer por duas mãos já tão conhecidas, pelas ruas da Baixa, pelo Rossio, pelo elevador de Santa Justa, até me deixarem no "Adamastor", uma espécie de piolho com uma bela vista sobre o Tejo. As mesmas mãos que eu levei para conhecer o Porto. As mesmas mãos que me fazem não ter medo do passado, do presente nem do futuro.
E que luz tão branca de facto. uma folha de papel que se reflecte sobre os nossos rostos que estão a mudar...O que vamos escrever neles? mesmo na incerteza, algo sobressai neles: a grande cumplicidade dos nossos muitos ainda jovens anos.
Saudades Lisboa
Comentários
abraço apertado
a luz de uma cidade acaba por ser aquilo que fazemos dela.
É engraçado ver as mudanças (ou não)… desejo-te sorte na resolução/definição desse problema, do que sentes ou queres fazer sentir alguém...
Não magoes ninguém...
Tens talento para a escrita, isso tens*