Foto: FC
Cabo Verde, Santa Maria, Sal
No teu peito o Mar
Branco e sereno,
O teu peito.
Nuvens húmidas,
Em que afundo o medo
E me tiro ao sonho
De ir além mar.
Na tua calma,
Encontro a
sensata
Insensatez
De seres doce
E não saberes.
Na minha insensatez,
Descubro a vontade
De ser Primavera,
Despir-me do frio
E dar-te todas
As borboletas
Que tenho dentro
De mim.
Na maré mais alta,
A tua boca sobe
E é flor,
Espuma que bebo
Com toda a sede
De te querer.
No teu peito o mar.
A água
Em que hoje me deito.
Branco e sereno,
O teu peito.
Nuvens húmidas,
Em que afundo o medo
E me tiro ao sonho
De ir além mar.
Na tua calma,
Encontro a
sensata
Insensatez
De seres doce
E não saberes.
Na minha insensatez,
Descubro a vontade
De ser Primavera,
Despir-me do frio
E dar-te todas
As borboletas
Que tenho dentro
De mim.
Na maré mais alta,
A tua boca sobe
E é flor,
Espuma que bebo
Com toda a sede
De te querer.
No teu peito o mar.
A água
Em que hoje me deito.
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